NĂŁo faz muito tempo, diferentes espĂ©cies humanas coabitavam a Terra e compartilhavam tĂ©cnicas e genes. Depois, populaçÔes sapianas mais recentes (nossa espĂ©cie) saĂram da Ăfrica e partiram a pĂ© e de barco para conquistar o mundo, atĂ© a AustrĂĄlia e as AmĂ©ricas, antes de eliminar os neandertais da Europa e os denisovanos da Ăsia. Tal Ă© a esplĂȘndida aventura contada por este ensaio. Mas serĂĄ que essa espantosa capacidade adaptativa do ser humano beneficiarĂĄ nossa sobrevivĂȘncia em um mundo urbanizado, hiperconectado, poluĂdo, ameaçado por pandemias e com ecossistemas devastados? Conseguiremos lidar com as consequĂȘncias da nossa espetacular adaptação na Terra?
NĂŁo faz muito tempo, diferentes espĂ©cies humanas coabitavam a Terra e compartilhavam tĂ©cnicas e genes. Depois, populaçÔes sapianas mais recentes (nossa espĂ©cie) saĂram da Ăfrica e partiram a pĂ© e de barco para conquistar o mundo, atĂ© a AustrĂĄlia e as AmĂ©ricas, antes de eliminar os neandertais da Europa e os denisovanos da Ăsia. Tal Ă© a esplĂȘndida aventura contada por este ensaio. Mas serĂĄ que essa espantosa capacidade adaptativa do ser humano beneficiarĂĄ nossa sobrevivĂȘncia em um mundo urbanizado, hiperconectado, poluĂdo, ameaçado por pandemias e com ecossistemas devastados? Conseguiremos lidar com as consequĂȘncias da nossa espetacular adaptação na Terra?