Era uma vez um clube da luta â mas sem a luta e sem os homens. Todos os meses, as mulheres se reuniam no apartamento de uma das amigas para desabafar sobre frustraçÔes envolvendo machismo no trabalho e compartilhavam dicas de como enfrentĂĄ-las da melhor maneira possĂvel. Tempos atrĂĄs, tais encontros eram conhecidos como "grupos de conscientização". Mas os problemas do mundo corporativo de hoje sĂŁo mais sutis, menos evidentes e mais difĂceis de provar do que aqueles enfrentados por nossas ancestrais. Essas mulheres nĂŁo estavam lĂĄ apenas para desabafar. Elas precisavam de tĂĄticas de batalha. E assim nasceu o Clube da Luta Feminista.
Era uma vez um clube da luta â mas sem a luta e sem os homens. Todos os meses, as mulheres se reuniam no apartamento de uma das amigas para desabafar sobre frustraçÔes envolvendo machismo no trabalho e compartilhavam dicas de como enfrentĂĄ-las da melhor maneira possĂvel. Tempos atrĂĄs, tais encontros eram conhecidos como "grupos de conscientização". Mas os problemas do mundo corporativo de hoje sĂŁo mais sutis, menos evidentes e mais difĂceis de provar do que aqueles enfrentados por nossas ancestrais. Essas mulheres nĂŁo estavam lĂĄ apenas para desabafar. Elas precisavam de tĂĄticas de batalha. E assim nasceu o Clube da Luta Feminista.